
17 de dez. de 2010
McCaricaturas

9 de dez. de 2010
Meninas superpoderosas (e um rapaz de camarote)
Alessandra, Louise, Sueli, Ana Carolina e Pamela. Essas são as mulheres da foto acima. O elemento masculino da foto é o dono deste blog.
A Alessandra deu aulas para a primeira turma do curso de Redação Jornalística do Senac Piracicaba.
A foto reuniu quase todas as alunas e aluno do curso. Faltou a Adriana, que se mandou para terras fluminenses.
Um prazer ter conhecido essas mulheres superpoderosas - e talentosas, é claro.
A produção de textos do curso está aqui.
Valeu, meninas!
1 de dez. de 2010
É nóis, Noel!

A obra é uma homenagem aos 100 anos de nascimento do compositor.
Os jurados foram os desenhistas Cássio Loredano, Baptistão, Ulisses e Ildo Nascimento.
29 de nov. de 2010
As aparências esganam

(Tira da série Um pamonha de Piracicaba)
Na noite do último domingo, as matérias da tevê sobre a ação policial no Complexo do Alemão explodiram em audiência. Na mesma noite, o cantor e compositor Léo Jaime, ídolo musical dos anos 80, combatia em outro front. Na internet.
Um internauta insone, em vez de assistir a tevê, resolveu fazer uma referência nada elogiosa à pança do cantor no Twitter. A grosseria gerou um caminhão de respostas ao tuiteiro com o rei na barriga. Em meio a defesas feitas pelos seguidores de Léo, o próprio assim se manifestou: “Eu não sou bonito mas tenho o maior corpão”.
É fato que as mulheres tem dificuldade para aceitar homens com quilinhos a mais. A não ser que esses quilos sejam adquiridos após o casamento, sob a cúpula do lar-doce-lar. Se a casa for adoçada com gotinhas de algum produto diet, melhor ainda.
As componentes do sexo feminino sofrem pressões da moda, da televisão e de outras mulheres para perderem todo o peso necessário. A tal pressão não deixa de ser um peso para se carregar. Mais um.
Para o parceiro da mulher incomodada com culotes indesejados, a questão é irrelevante. Afinal, num relacionamento saudável, o rapaz não deseja apenas saciar a fome de carne. Se a questão for somente essa, ele pode procurar uma churrascaria e se esbaldar. Sai até mais barato que namoro ou casamento.
O rapaz com amor no coração quer achar a sua cara-metade. Porque não dá pra ficar andando por aí com uma metade faltando. Independente da outra metade ser um espeto de churrasco ambulante. Com ou sem o churrasco no espeto.
Já tentei namorar uma moça fora dos padrões de beleza atuais. Imagino que o namoro tenha terminado por conta das minhas curvas, dignas de uma rodovia repleta de pedágios, e não as dela, sem placas de alerta na estrada.
O cantor Léo Jaime se declarou feliz possuidor de um corpão. Vou dizer o mesmo para minhas futuras namoradas. Quem não aceitar o meu corpão, com curvas perigosas e tudo, que faça uma lipoaspiração nos neurônios.
28 de nov. de 2010
Seis a um

22 de nov. de 2010
Só desenhos
17 de nov. de 2010
Deus lhe pague, Padre Marcelo
10 de nov. de 2010
Quem quer dinheiro? O Silvio...

2 de nov. de 2010
Herói de quem mesmo?
26 de out. de 2010
Chuvas, relâmpagos, trovoadas e enchentes

19 de out. de 2010
Perotti, inesquecível

Sabe aquelas coisas que a gente se lembra que parecem folclore, e não são? Uma delas, no meu caso, foi um certo Sujismundo. Assim como um dia houve o boi da cara preta que pegava as meninas com medo de careta, o Sujismundo era lembrado como o cara que as crianças não seriam caso tomassem aquele banho de todo santo dia.
Sujismundo foi uma espécie de Cascão adulto, estrela de pequenas animações encomendadas pelo governo brasileiro nos anos 70. Os desenhos protagonizados pelo personagem, de cabeça grande e sujeira maior ainda, compunham uma campanha de saúde pública de alcance nacional.
Só fui saber que Sujismundo existiu no imaginário verdeamarelo, para além dos temores que as mamães zelosas infiltravam nas cabecinhas de seus filhinhos, ao conhecer seu criador Ruy Perotti Barbosa.
Natural de Valença, cidade do estado do Rio de Janeiro que também deu ao mundo a violonista Maria Rosa Canellas (ou Rosinha de Valença), Perotti deu o ar de sua graça em Piracicaba, cidade onde nasci e sou cartunista, nos anos 90 do século passado. Esteve numa escola de desenho, a convite de seu proprietário, para um curso especial de criação de histórias em quadrinhos, com duração de três meses.
Naquela altura, Ruy Perotti era dono de um vasto currículo. Tinha sido sócio da Lynxfilm, estúdio de animação que produziu os primeiros desenhos animados de Mauricio de Sousa para o extrato de tomate Elefante, além de criar o Sujismundo para a campanha citada acima. Nos anos 70, dirigiu o núcleo de revistas infantis da editora Abril, onde aproveitou para veicular seus gibis do diabo Satanésio e do macaco Gabola. Fico imaginando se hoje a Abril teria peito pra bancar um gibi cujo personagem principal era um diabo... Claro que Anjoca acabava sempre dando um jeito de neutralizar as diabruras do Satanésio, mas o público jogou água na fervura, e Satanésio foi cancelado após poucas edições em banca.
Poucos anos antes do curso em Piracicaba, o criador do diabinho dera forma ao Variguinho, avião-mascote da Varig, para animações na TV e gibis de banca. A ligação de Perotti com a Varig já vinha de longa data, com os comerciais animados do Seu Cabral, Urashima Taro e Dom Quixote, criados para a empresa nos já distantes anos 60.
Nos três meses de convivência com o multifacetado artista e animador, a seriedade dos conceitos do velho Perotti no décimo-quarto andar da escola era equilibrada pelos risos bonachões nos almoços no térreo após as aulas. Careca, bigode tingido de preto, baixote e barrigudo, parecia o avô severo que todo neto adora esperar o momento certo pra esculhambar.
A tal esculhambação veio ao fim das aulas, quando apresentamos projetos completos de personagens e histórias criadas como conclusão do curso. Inventei uma turma de bichos falantes liderada pelo coelho Sobral, um lenhador metido a machão. Na série de tiras, a única coisa que Sobral derrubou foi a resistência do porco Ferraz, um guarda-florestal aboiolado que se derretia pelo coelho. A floresta só não virava cinzas por causa da vigilância do pingüim Doutor Tóim, espécie de patrão e pai do porquinho.
As tiras da turma do coelho Sobral foram as primeiras que inventei de forma mais conscientemente planejada, graças aos ensinamentos de Ruy Perotti. Uma das melhores lembranças que tenho dessa fase foram as gargalhadas dele ao ouvir minha descrição do porquinho Ferraz. “Um porquinho bicha!” E morria de rir. Ao me recordar disso para a redação destas linhas, não consigo evitar as lágrimas, que vieram quando soube da morte do artista anos depois das nossas aulas em Piracicaba.
O bonachão que criou figuras queridas do imaginário nacional pode ter sido uma figura folclórica para o autor destas maldigitadas, mas existiu de fato e de direito na vida dos brasileiros, e ainda bem.
18 de out. de 2010
Guilherme Arantes
Na década de 80, o artista dava shows em ginásios esportivos, época sem as gigantescas salas de espetáculo hoje predominantes no eixo Rio-São Paulo. A onda daqueles anos era o pop-rock brasileiro, embora o artista não se considere um roqueiro. “Nos anos 80 houve uma bolha de consumo de classe média, uma faixa de público jovem, por força do Plano Cruzado”. Apresentava-se com banda, outros músicos junto. Com a tecnologia atual, faz suas apresentações sozinho: ele e o teclado com arranjos programados e som de voz e piano ao vivo.
O público de um show espera os sucessos acumulados na carreira do artista, mas a visão de Guilherme sobre essa expectativa vai na contramão. “Você tem que olhar uma carreira num conjunto, numa perspectiva... A minha competitividade, com o passar do tempo e da idade, vai diminuindo. Eu não tenho condições, nem obrigação de emplacar sucessos, de virar o Midas da música.” Ele prossegue cortante. “Sucesso é uma palavra muito desgastada. O pessoal do ‘Big Brother’ é sucesso...”. Sinal dos tempos. Nem todo sucesso vem com selo ISO 9000.
Apesar de ter dezenas de canções no coração das platéias, Guilherme não se sentia prestigiado pelos colegas de ofício, ao menos no início de sua caminhada nos anos 70. Em tempo de ditadura militar e censura pesada, compositores engajados como Ivan Lins e Gonzaguinha tinham prestígio, não sucesso. Guilherme tinha sucesso e zero de prestígio. Elis Regina o ajudou, pedindo ao compositor uma canção inédita, Vivendo e aprendendo a jogar, novo hit. Com Planeta Água, segundo lugar no Festival de Música da TV Globo de 1981, veio a consagração definitiva. Apesar do sucesso, do posterior prestígio, Guilherme seguiu sua trilha sonora ao passo da intuição. “As coisas foram acontecendo naturalmente. Eu não fui um bom estrategista. A gente acaba fazendo a carreira em cima da nossa personalidade. Eu tô no meu ambiente”.
As chateações, no entanto, não terminaram. “Hoje me acusam muito de estar fora da mídia. E tem o reverso da moeda, de quem fica muito tempo exposto, depois fica a cobrança de que você tá esquecido”. De antenas ligadas, sem fazer do umbigo o seu mundo, Guilherme traça um retrato do mercado e antevê suas transformações. “O mercado do produto fonográfico está morto! O mercado do futuro é o show ao vivo, aonde você não pode ser clonado”. E segue em frente, em direção ao futuro. “O produto digital subverteu toda uma estrutura industrial que existia. A tendência é que a informação seja uma commodity de acesso livre e gratuito”.
Artista experiente, 30 anos de carreira em 2006, Guilherme começou no tempo do disco de vinil, um suporte físico incopiável. Nessa época, pirata tinha olho de vidro e cara de mau. Hoje, tem cara de camelô. As gravadoras, por sua vez, têm a cara no chão. A indústria cultural brasileira, na opinião do compositor, foi pega desprevenida com as mudanças tecnológicas. “O que garantia o faturamento da indústria era o controle da venda, a oligopolização dos pontos de distribuição. Quando comecei a minha carreira, havia 3000 lojas de disco no país, hoje há 120”.
A conversa segue por outros terrenos pantanosos. O poder econômico, que garante a permanência das duplas sertanejas na mídia. A corrupção dos espaços da mídia, que garantem a sobrevivência dos gêneros musicais corrompidos. A falta de democratização dos espaços, uma falta de responsabilidade com o público. Guilherme cita o Caetano Veloso de antigamente para falar do hoje. "Ele só consegue ser o mito que é hoje porque fez aquele discurso no Festival, nos anos 60: ‘Vocês não sabem nada, vocês não entendem de estética!’ Porque ele bateu de frente com a preferência da época, que era cuspir a novidade e ficar na mesmice". E os espaços, o que ficaram? "Existia o espaço para o Caetano fazer essa crítica, o espaço da discordância. Com a evolução da mídia para a aferição constante da audiência, para o atendimento dos anseios do público, perdem-se os espaços críticos dentro da mídia".
Para sociedade doente, embalagem bonitinha e vazia. O compositor denuncia um fenômeno que atinge não somente produtos musicais. "Isso acontece em vários setores industriais. Você tem remédios de larga vendagem que não têm efeito nenhum. Grandes sucessos de venda de produtos inócuos." Nem tudo é apocalipse, porém. Maria Rita, filha de Elis, é citada pelo músico para sinalizar o que, em sua opinião, o mercado fonográfico está fazendo em prol do respeito ao ouvido alheio - e do faturamento, claro, que gravadora nunca foi instituição de caridade. "As gravadoras estão aplicando grandes quantias em marketing para artistas que apresentam baixo pirateamento, voltados ao público adulto contemporâneo, como Maria Rita". Nesse contexto, adeus duplas sertanejas! "Uma dupla nova, iria custar muito caro pra gravadora lançar e fazer estourar na mídia, deixa de ser bom negócio, ela será campeã de disco pirata".
Boa, a conversa. Mas o show tem que continuar. Ou melhor, começar. Guilherme vai ao hotel se vestir. E o fã-repórter vai para casa transcrever as fitas do papo. Solitário e solidário, o artista vai defendendo sua arte e sua integridade humanista, ao alcance do respeitável público sobrevivente na selva.
12 de out. de 2010
Crianças

Depois de uma certa idade, a gente se vê cercado de crianças por todos os lados. No caso deste que vos escreve, até que o cerco começou cedo.
6 de out. de 2010
O alívio dos bolhas

28 de set. de 2010
Caricaturas na Caixa

20 de set. de 2010
Deodato e Gershwin

Carioca de fama internacional, ele fez rara aparição em Piracicaba há duas semanas, para um workshop e um show.
11 de set. de 2010
Social do Salão de Humor


Na foto acima, o Fábio, de blusa vermelha, já estava com a gente.
3 de set. de 2010
Cadê os desenhos no blog?
27 de ago. de 2010
Dicas sem jabá


19 de ago. de 2010
Pelé e Neymar
Caricaturas de Salão
As caricaturas serão feitas em dois ambientes, em diferentes horários: primeiro no espaço da mostra principal com o Jornal Caricaras, e em seguida no estande da CCR AutoBan, uma das apoiadoras do Salão neste ano.
4 de ago. de 2010
Xeque-mate?

Já tive contato com esse jogo como espectador, há uma dezena de anos. Foi num campeonato promovido por um colégio particular de Piracicaba, num clube. Eu fazia texto e diagramação de um jornal institucional do tal colégio.
Aos meus olhos de repórter de ocasião, era espantoso o silêncio que se fazia durante as partidas. Sem falar nos lances repentinos disparados pelos competidores, que podiam decidir uma partida em segundos.
Agora, o xadrez volta ao meu cotidiano por um dia, trazendo de brinde o craque Mequinho, que eu conhecia apenas da música "Super-Heróis", do Raul Seixas e do Paulo Coelho.
Vai ser divertido.
30 de jul. de 2010
Animais!
O elefante achava que seu grito, "fuóóóóó", existia para alertar os bichos de injustiças, desmandos, falta de ética e outros penduricalhos que servem pra gente dizer que está revoltado.
O rinoceronte, pelo contrário, achava que sua simples presença servia para mostrar aos bichos quem é que mandava naquela birosca, que esse negócio de injustiças e desmandos e falta de ética era denúncia vazia, talvez coisa daqueles passarinhos caga-sebo — ou caga-regras? — , doidos para ver o circo pegar fogo, uma palhaçada.
Vendo que a coisa iria degringolar e alguns bichos inocentes pagariam pela animosidade da paquidérmica dupla brigona, o tucano resolveu chamá-los para uma prosa conciliatória. Disse que os senhores elefante e rinoceronte poderiam decidir suas diferenças à vista de todos os "habitantos" da floresta. Que não valeria soco abaixo da linha da cintura, que resolvessem a contenda, pois estava em jogo o equilíbrio ecológico do mundo e outros patatis-patatás de uma conversa do gênero. Bom diplomata que era, o tucano ficou aliviado e espalhou a boa nova ao respeitável público.
Quando chegou o grande dia da batalha entre o elefante-ofegante e o rinoceronte-mastodonte, a floresta mobilizou-se para o espetáculo. Uns apostavam no ofegante, outros no mastodonte, os mais velhos olhavam aquilo com tédio, as macacas de auditório gritavam como nunca.
Preparados os competidores, o tucano deu o tiro que matou a ansiedade da platéia e iniciou o embate. Um urro se ouviu, o elefante achou que o tiro do tucano tinha saído pela culatra, e estava certo. O leão, que dormia, acordou danado da vida com o barulho e acabou com a festa. E foi aí que os dois competidores caíram na real... ou melhor, viram quem é que era o legítimo, o verdadeiro, o autêntico rei da cocada preta.
(A)moral: quem tem o rei na barriga sempre perde a majestade
5 de jul. de 2010
Professores e alunos do humor
Minhas primeiras visitas ao evento aconteceram ainda no Teatro Municipal. Numa delas, vi pela primeira vez um exemplar do Pasquim, em sua versão paulistana. Na mostra principal, nomes como Luigi Rocco e Ronaldo Cunha Dias estavam todo ano entre os cartunistas selecionados. O primeiro, aliás, se casaria com uma piracicabana. Essa cidade tem visgo mesmo.
De 1989 pra cá, fui alimentando o desejo de virar cartunista. No mesmo ano, fui aluno da Oficina de Quadrinhos de Jal e Gual, organizadores do Troféu HQMix. Em 1991, virei profissional da área. Depois, o namoro com o evento aumentou.
O entrosamento com outros cartunistas na cidade gerou mostras paralelas no Salão, de um grupo chamado Pamonhas de Piracicaba. O nome, depois rechaçado por um ou outro membro mais mal-humorado do grupo, só confirmou o óbvio: pamonha de casa não faz milagre.
Após ser selecionado algumas vezes para a mostra principal, ser jurado de seleção e organizar uma mostra de tiras feitas pelos ex-Pamonhas, o Salão de Humor me deu a chance de dar aulas de humor gráfico para professores das redes municipal e estadual de ensino de Piracicaba. Esse conhecimento está sendo repassado aos alunos para que participem do Salãozinho de Humor, uma versão infanto-juvenil do evento, já na oitava edição.
Na oficina, ministrada junto à artista plástica e arte-educadora Belê, as professoras-alunas demostraram uma vontade imensa de absorver e interagir com a linguagem do humor.
É um desafio, para as alunas e para os professores, destrinchar, feito um frango caipira, os mistérios do humor em cartum, charge, caricatura e tira. Mas a teoria harmonizou-se com a prática, gerando exercícios de criação muito interesantes. E engraçados!
O que era um aprendizado informal do humor, por meio do contato anual com o Salão, torna-se um aprendizado sistemático, por meio das oficinas agora promovidas com frequência pelo próprio evento, para crianças e adultos.
A satisfação de ser escolhido para repassar esse conhecimento, como cartunista "formado" pelo Salão, não poderia ser maior. Que o riso continue forte e saudável, entre as novas e as velhas gerações.
3 de jul. de 2010
A mulher que eu amo (ou amava?)
29 de jun. de 2010
De Pires na mão
7 de jun. de 2010
Salões de Humor de Piracicaba

3 de jun. de 2010
Um baita de um filho da mãe

25 de mai. de 2010
Futebol de Salão
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Bem poderia ser esse o nome da exposição organizada pelo Salão Internacional de Humor de Piracicaba. Mas não é. O nome é apenas Futebol.
13 de mai. de 2010
No dia 13 de maio...
12 de mai. de 2010
Torcedor é tudo igual
6 de mai. de 2010
Eu pago minhas contas com café
Uma fábrica de café da região de Piracicaba está promovendo um "concurso cultural".
Ilustradores, designers e publicitários podem enviar um logotipo especial para o aniversário da marca. O prêmio ao ganhador? Uma máquina de café. Com café para abastecê-la durante seis meses.
Sou grande consumidor de café. Mas isso não me fará largar minha profissão de ilustrador, cartunista e designer para me tornar revendedor de café.
(Se o concurso fosse de refrigerante, talvez eu pensasse no caso. Tem uma escola bem na frente da minha casa...)
5 de mai. de 2010
Um Glauco a mais nunca é demais
