
Já tive contato com esse jogo como espectador, há uma dezena de anos. Foi num campeonato promovido por um colégio particular de Piracicaba, num clube. Eu fazia texto e diagramação de um jornal institucional do tal colégio.
Aos meus olhos de repórter de ocasião, era espantoso o silêncio que se fazia durante as partidas. Sem falar nos lances repentinos disparados pelos competidores, que podiam decidir uma partida em segundos.
Agora, o xadrez volta ao meu cotidiano por um dia, trazendo de brinde o craque Mequinho, que eu conhecia apenas da música "Super-Heróis", do Raul Seixas e do Paulo Coelho.
Vai ser divertido.
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