31 de mai. de 2011
20 anos de humor nos Salões da vida
27 de mai. de 2011
Mais uma menina que vem e que passa: Janaynna

Entre cliques em links e digitações nervosas na internet, descobri mais uma cantora nova: Janaynna.
Apesar desse nome, em que bastam letras dobradas para denunciar analfabetismo funcional travestido de originalidade, a curiosidade me venceu. E fui atrás de informações a respeito da moça.
As fotos na busca do Google, que me apresentaram à figura curvilínea da intérprete, já seriam suficientes para intensificar minha salivação por algum tempo, liberando cachoeiras de baba nunca dantes expelida.
Porém... há sempre um porém. Eu buscava as canções da sensação sertanejo-pop do momento, e não a musa da internet da semana. Respirando fundo e emitindo pigarro típico de homens confiáveis, descobri as músicas do CD “Ao Vivo em Campo Grande”.
Faixa a faixa, percorri os berros dos novos fanáticos pela nova cantora, nem tão nova assim, tendo gravado outros CDs antes desse. O hit “Sacanagem sua”, em que Janaynna expôe uma espécie de feminismo baladeiro, me chamou a atenção, entre diversas músicas nem tão diversas entre si.
A histeria dos fãs na gravação ao vivo, o repertório com pegada luanssantânica, não ofuscam a cantoria da matogrossense, agradável na maioria das músicas. Mesmo com as influências indeléveis das filhas de Madonna, o timbre de Janaynna é bonito.
Dando uma olhada em vídeos de Janaynna na internet, deu para concluir mais alguma coisa. Os atributos físicos da cantora não estão à mostra para esconder uma eventual falta de talento. E o pique do espetáculo, ligeiro como um carro de Fórmula 1, pode deixar o público sem fôlego, mas não é de um exagero vulcânico como o de Ivete Sangalo, por exemplo.
Resta saber se a paixão das massas pela neossertaneja será passageira. Mas isso só o tempo dirá. Tempo que corre diferente nas redes sociais da internet, nas baladas de fim de semana, nos desejos dos adolescentes, na anatomia das sex-simbols.
26 de mai. de 2011
Últimos dias para ver Benito Di Paula...
Detalhes aqui.
23 de mai. de 2011
Caricaturas que foram uma festa
E acabou nossa maratona de caricaturas ao vivo, no estande do jornal Tribuna Piracicabana.
Na última semana, no enorme espaço do Engenho Central, às margens do Rio Piracicaba, milhares de pessoas comeram e se divertiram nas barracas das entidades assistenciais da cidade.
Essas pessoas viram os espetáculos de dança e música. E visitaram os estandes das empresas, instituições, imprensa e secretarias municipais.
No estande da Tribuna, onde fiz caricaturas nas capas do meu jornal Caricaras, cerca de duas centenas de pessoas me honraram adquirindo exemplares do sétimo número.
Muitas dessas caricaturas nas capas já estão em perfis do Orkut. E sendo colocadas em molduras para enfeitar as paredes de quem as adquiriu, como já tive a chance de ver em diversas ocasiões.
Além do respeitável público, colegas e amigos passaram para deixar seus abraços e sorrisos.
Depois da maratona dos dias de Festa, só posso deixar meu muito obrigado aos que mantém acesa a chama do bom humor.
É uma felicidade trabalhar para gente tão receptiva e bem-humorada.
Até a próxima!
21 de mai. de 2011
Uma caricatura, a cobaia e seu algoz

18 de mai. de 2011
Um jornal que é a sua cara, pela sétima vez
O sétimo Jornal Caricaras marca presença a partir de hoje na Festa das Nações, no Engenho Central em Piracicaba, no estande do jornal A Tribuna Piracicabana. 11 de mai. de 2011
Livros ao vivo



7 de mai. de 2011
Um quase-torcedor do XV de Piracicaba

A primeira bomba: meus vinte anos de carreira como cartunista. A gente nunca acha que o tempo vai passar. E vem essa marca para confirmar as outras marcas que o tempo deixa na gente.
A segunda bomba: a ascensão do XV de Piracicaba à elite do futebol paulista. A gente nunca achava que o time sairia do repertório de piadas sobre times ruins.
6 de mai. de 2011
Mais um jornal que é a sua cara
Depois de seis edições e seis mil caricaturas nas capas, o Jornal Caricaras está de volta.Se você pensa que a capa do Caricaras é sempre a mesma, como a capa do novo número ao lado, está redondamente enganado.
Em breve, estaremos num evento tradicional de Piracicaba, com a sétima edição do jornal que ainda é a sua cara.
29 de abr. de 2011
Caricaturas (e caricaturista) ao vivo
26 de abr. de 2011
Sete edições de um jornal que é a sua cara

A atividade ganhou um diferencial com o lançamento do Jornal Caricaras.
CARICARAS 1 (2007) - A primeira edição, de mil exemplares, teve lançamentos em Piracicaba, São Paulo e Tatuí. Uma agenda de divulgação e lançamentos foi feita em diversas cidades do interior paulista: Votuporanga, São José do Rio Preto, Limeira e Campinas, além da capital São Paulo.
CARICARAS 3 (2008) - O jornal chegou à terceira edição com a mesma tiragem anterior e o apoio do Jornal de Piracicaba.O pré-lançamento aconteceu em 12 de outubro de 2008, no último dia de exposição do Salão Internacional de Humor de Piracicaba.
O lançamento oficial aconteceu no Festival Internacional de Humor do Rio de Janeiro, em 22 de outubro de 2008.

O terceiro número trouxe um papo com a humorista Marcela Leal, um calendário com mais caricaturas de celebridades, além de um novo e bem-humorado horóscopo.
CARICARAS 4 (2009) - Último número a contar com o apoio do Jornal de Piracicaba, manteve-se seus mil exemplares. 
A capa e a última página da edição viraram um poster com piadas, desenhos e frases de efeito. O espaço em branco para a caricatura exclusiva do leitor permaneceu.
O jornal trouxe no miolo crônicas, tiras em quadrinhos, caricaturas minimalistas, minicontos e frases de efeito de Érico San Juan, além de um perfil do músico, produtor e maestro Eumir Deodato.
23 de abr. de 2011
Emoção? Só com Tião

22 de abr. de 2011
ESPECIAL: "Um pamonha de Piracicaba"

Em vários lugares do Brasil, especialmente em São Paulo, é possível ouvir os famosos alto-falantes anunciando o nem tão puro creme do milho verde.
O nome do produto foi transferido para o estado de espírito do personagem desta tira: um individualista neura e platônico.
Na época da criação do Pamonha, eu acompanhava os quadrinhos de um cartunista de Curitiba que se utilizava como assunto de piadas. Amigos também achavam que eu seria um bom personagem de tiras.
2- RECEITA DE PAMONHA
Na criação da nova tira, pesou uma reflexão típica de quem faz tiras. Como usar, de um jeito digno, o pequeno espaço oferecido para uma pequena história em quadrinhos?
É sabido que os jornais têm diminuído esse espaço a cada dia, expurgando-o de vez em alguns casos. Além de pequeno, meu espaço no jornal era semanal.
Os tiristas sabemos muito bem. Só conseguimos desenvolver um personagem se a tira for diária.
Em vez de choramingar, inventei uma "história em carimbinhos".
Desenhei o personagem em no máximo meia dúzia de movimentos e expressões, que ia reutilizando e reorganizando a cada tira, acrescentando outros elementos se necessário.
Em vez de sacar de lápis, nanquim e borracha, apelei para o traço vetorial. Combinado às cores chapadas, sugeriria um estilo mais "moderno".
Como os leitores só veriam a tira uma vez por semana, não se cansariam do desenho repetitivo. E os roteiros teriam que ser livres de qualquer situação que exigisse entendimento da tira anterior.
Eureca! De um grão de milho, fiz uma pamonha inteira.
Virtuoses do traço fariam muito melhor em termos artísticos, mas a minha tira foi criada para ser funcional. Acho que cumpri esse objetivo enquanto o trabalho durou.
3- POR AÍ
Um pamonha de Piracicaba saiu primeiro em um jornal de Piracicaba.
No entanto, o Pamonha saiu com seu nome original de agosto de 2008 a maio de 2009 no suplemento infanto-juvenil do jornal Agora (Sertãozinho, SP). Também foi publicado até o final de 2009 no jornal GrapHiQ, tablóide mensal de Suzano, SP.
Além do espaço em jornais, a tira faturou o primeiro lugar na categoria Tiras, do I Salão DINO de Humor do Litoral Paulista, promovido pela Unisanta, em outubro de 2008.
O prêmio em Santos veio endossar o óbvio: pamonha de casa não faz milagre...



































































