6 de mar. de 2015
O criador de Rua Ramalhete fez aniversário...
18 de jan. de 2015
Alguns dias depois
Charge criada a convite do Jornal de Piracicaba, para uma matéria especial sobre o "caso Charlie", publicada em 18 de janeiro.
14 de jan. de 2015
É ou não é?
Em tempo de internet e redes (anti)sociais, todo mundo tem uma opinião sobre tudo.
Não seria diferente no "Caso Charlie".
Não seria diferente no "Caso Charlie".
13 de jan. de 2015
Vem quente que eu estou fervendo...
23 de dez. de 2014
Na testa
Aproveitando o ensejo, apresentamos ao respeitável público o TROFÉU SORVETE NA TESTA.
O primeiro troféu vai para jornalistas, blogueiros e colunistas que fazem essas listas disso ou daquilo, ano após ano.
Listas que na verdade são um indício de que estão doidos para limpar a mesa e sair em férias.
15 de dez. de 2014
Com colarinho
14 de dez. de 2014
Meu cartão de Boas Festas...
12 de dez. de 2014
Um caipira no YouTube
Os primeiros links trazem o papo no programa Almanaque 105, do amigo Luís Fernando Fischer Dutra (com essa caricatura aí de cima...).
Quem quiser ouvir minha voz de caipira articulado, fique à vontade!
11 de dez. de 2014
10 de dez. de 2014
Como tem abobrinha na internet...
9 de dez. de 2014
6 de dez. de 2014
20 anos sem Tom Jobim
4 de dez. de 2014
24 de nov. de 2014
A artista do invisível
Uma coisa puxa a outra. Uma
arte puxa a outra. E uma pessoa puxa a outra. Foi assim com Malu Bragante.
Tomei contato com o trabalho
da artista de Campinas por meio do guitarrista Alexis Bittencourt, que tocou
com Johnny Alf, o precursor da Bossa Nova. Alexis lançou o DVD e o show-tributo
"Luz Eterna", com os clássicos do mestre.
Nos segundos finais dos clipes
do projeto de Bittencourt no YouTube, havia um
desenho simples e expressivo com os integrantes do trio. Linhas brancas sobre
fundo preto. Mais uma sugestão de ambiente, de clima, que necessariamente um
retrato realista de três pessoas tocando. E as linhas pareciam ser uma só. Uma
linha envolvendo os instrumentistas, sugerindo a simbiose, a comunhão entre
bons músicos.
E música parece ocupar um
tanto da alma de Maria Luisa Bragante, autora do desenho do DVD do guitarrista
de Johnny Alf. Impossível a ela ficar imune à atmosfera sonora: tendo pai
músico, também tocou piano. Confirmando sua afinidade com espaços e sons, Malu
elaborou as ilustrações do CD
"Lancelot's Adventures", de Marcelo
Onofri e seu quarteto. Na série "Páginas
Viradas", a artista usa partituras
como suporte para as linhas que sugerem a presença dos executantes da música. A
música que ela guarda no coração.
Malu tem um coração que
pulsa com a música, nem sempre de forma contemplativa. Sorve a canção,
participando dela. Transita pelas notas com sua dança. Ex-bailarina, sabe do que
sente. E captou essa dança com uma série de desenhos do ano passado, onde mostra principalmente a ação de seres pulsantes,
calorosos, em movimento sugerido por melodias invisíveis, da cintura pra baixo.
Em preto e branco, num minimalismo quase invisível. E o que é a música, senão o
invisível presente em nossos ouvidos?
Claro que há outros
trabalhos, outras técnicas, outras abordagens, no universo amplo que Malu
Bragante nos oferece. Esse universo está à espera de uma audiência maior, que
pedirá outras manifestações da artista. Porque uma obra puxa a outra, e todas
as obras formam uma obra única. A obra-prima de uma vida.
22 de nov. de 2014
Dia do Músico
A música e os músicos sempre desempenharam um papel fundamental em minha existência.
Quando o chão parecia faltar - e tem faltado mais assiduamente em momentos recentes - havia o bálsamo das canções do repertório nacional.
Com o passar dos anos, fiz muitos trabalhos em parceria com cancionistas e intérpretes: caricaturas para cantores e compositores que admiro, design gráfico para CDs de artistas clássicos e recentes da MPB (cujas capas estão ao lado).
Feliz Dia do Músico, gente querida!
17 de nov. de 2014
Des(d)enho de humor
O Brasil é o país dos genéricos. Isso se aplica muito bem às profissões ligadas às artes. No caso do desenho de humor, mais ainda. Se é que ainda existe desenho de humor. Se é que algum dia existiu isso no país.
Humor é um artigo raro hoje em dia. Desenho e desenhistas existem às centenas. E existem centelhas de humor nesses desenhistas. Mas não a ponto de os qualificarem como "desenhistas de humor".
"Cartunista" o que é? Desenhista de cartuns. O que é cartum, exatamente? Nem jornalistas sabem. O que sabem é que há ilustradores, infografistas. É recorrente a pergunta sobre a diferença entre charge, cartum, caricatura e quadrinhos, conhecidas categorias do humor gráfico, estabelecidas em salões de humor.
É uma pergunta que qualquer praticante do humor gráfico responderá a vida toda. E que jamais será compreendida pelos perguntadores de plantão. Porque não querem. Porque não consideram o desenho de humor algo tão relevante quanto, por exemplo, as abstrações inócuas com bulas irrelevantes das artes plásticas contemporâneas.
Desenho não é necessariamente ilustração. Ilustração com legenda não é necessariamente cartum. Cartum com situação social que pode ser atemporal não é necessariamente charge. Caricatura da Dilma não é charge. Retrato plasticamente dotado de uma técnica espetacular não é necessariamente uma caricatura. Porque caricatura tem humor.
E o humor, onde anda, nesse nosso tempo? Se alguém achá-lo, por favor, me chame. Porque ele anda longe de nós, seres de um século novo. E longe do desenho. Ué, mas "desenho" não é animação? Oh, dúvidas cruéis.
13 de nov. de 2014
Manoel de Barros (1916 - 2014)
6 de nov. de 2014
30 de set. de 2014
Caricaturas da MPB, em novo convite pra você
1 de set. de 2014
Nova exposição, novo convite a você!
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